A morte de Afonso Dhlakama Moçambique poderá viver tempos de incerteza no futuro próximo

A imprensa internacional que está a noticiar a morte de Afonso Dhlakama destaca a morte de um dos mais antigos “guerrilheiros” em África e salienta que Moçambique poderá viver tempos de incerteza no futuro próximo.

O anúncio da morte deste monumento da história moçambicana colocou o país em incerteza, apesar de as conversações de paz terem feito grandes progressos nos últimos meses”, escreve o jornal francês Le Monde na sua edição eletrónica, que segue de perto o texto da agência de notícias francesa AFP.

Para o britânico The Guardian, Afonso Dhlakama foi “um líder rebelde veterano que misturou a guerrilha com a oposição política”, ao passo que a agência de informação financeira Bloomberg o descreve como “líder da oposição em Moçambique” e apresenta uma breve biografia do líder da Renamo.

O líder da oposição em Moçambique, Afonso Dhlakama, morreu hoje devido a problemas de saúde, disse à Lusa fonte partidária.

O presidente da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo) morreu pelas 08:00 (menos uma hora em Lisboa) na Serra da Gorongosa, centro de Moçambique, devido a problemas de saúde.

O corpo deverá ser transferido na sexta-feira para o Hospital Central da Beira, acrescentou a mesma fonte.

Afonso Dhlakama, 65 anos, vivia refugiado na serra da Gorongosa, no centro do país, desde 2016, como havia feito noutras ocasiões, quando se reacendiam os confrontos entre a Renamo e as forças de defesa e segurança de Moçambique.




LUSA, LA MONDE, MOZ NEWS

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